A Justiça negou para o deputado do Rio de Janeiro, Átila Lins, a liminar em que ele solicitava a 3ª dose da vacina contra a Covid, e também, que não fosse aplicada a Coronavac. produzida pelo Butantan.
Segundo O Globo, o parlamentar diz que não se sente seguro ao tomar a Coronavac, após declarações do ministro da Saúde sobre a suposta baixa eficácia do imunizante.
A Justiça, ao negar, afirmou que não cabe a ela escolher medicamentos, e também, que ao perceber que o deputado já tomou a duas doses, não há justificativa para tomar a terceira de qualquer vacina que seja.
"Merece destaque, ainda, que o referido protocolo definido pelo Ministério da Saúde prevê (item 4.3.5) que ‘indivíduos que iniciaram a vacinação contra a Covid-19 deverão completar o esquema com a mesma vacina. Indivíduos que porventura venham a ser vacinados de maneira inadvertida com duas vacinas diferentes deverão ser notificados como um erro de imunização no e-SUS Notifica (https://notifica.saude.gov.br) e serem acompanhados com relação ao desenvolvimento de eventos adversos e falhas vacinais. Neste momento, não se recomenda a administração de doses adicionais de vacinas COVID- 19’”, diz trecho da decisão da juíza Marianna Bellotti.

